Esse parece mais um daqueles textos em que a gente coloca frase do Rock Balboa e dá algumas lições sobre a vida. Está certo a parte das lições, e ainda que a frase do Balboa tenha certa ligação com o que tento passar aqui, não é por esse caminho que iremos hoje.
Não é o que você quer, é o preço que está disposto a pagar. Talvez esse seja um dos principais motivos pelo qual a maioria dos sonhos e objetivos não são alcançados. A pergunta que normalmente ouvimos é ''quais seus sonhos?'', e em geral, ainda que por caminhos diferentes, normalmente chegamos a alguns pontos em comum, como estabilidade financeira, saúde física e mental, um bom relacionamento, ser feliz, ser popular, bem respeitado e admirado, etc etc.
Ok. Talvez este não seja o maior segredo da Netflix. Presumo realmente que não seja. Mas fazendo uma rápida análise, não é difícil entender o motivo do sucesso da Netflix, certo? Preço baixo, boa qualidade no produto, bom suporte, boa quantidade de filmes e séries.... (é talvez não tenha os lançamentos mas lembrem-se que para colocá-los teríamos que encarecer o produto, logo dá elas por elas) etc. Mas antes de falar sobre esse ''segredo'', quero falar sobre:
Algorítimos
O que vou falar agora também não é coisa nova. Facebook já usa isso há tempos. Nesse caso da Netflix acredito que é até algo benéfico, pois não nos coloca numa bolha, por exemplo. Além do mais, não é nada agradável terminar uma temporada de Vikings ou SoA e na sugestão aparecer filme da Barbie (risos). Este vídeo explica mais a fundo caso não saiba do que estou falando:
Ok. Agora sem enrolação vamos ao ponto principal do post.
Conteúdo Específico
Pensem o que um filme precisa para fazer sucesso na TV aberta.
Audiência.
Ou seja, precisa agradar o maior número possível de pessoas.
Ou seja, precisar ser o mais generalista possível.
Precisa agradar desde a senhora de 72 anos que adora ver Vovózona, até o garoto de 8 anos que se identificou com ABC do Amor.
Mas isso não acontece nas exclusivas da Netflix. Why?
Porque o foco não é ser sempre generalista e agradar a todos, mas as vezes ser especialista, conteúdo bem específico.
Séries e filmes que agradam a gostos específicos. Nunca uma série que agrade todo mundo, mas um site para todos os gostos, com filmes e séries para satisfazer gostos muito específicos, como mostra o TED no final deste artigo.
Mas sim, talvez, e isso é um talvez, Netflix esteja usando algorítimos para realizar as decisões criativas da empresa, podendo assim atingir um número maior de pessoas apenas por adicionar alguns poucos elementos, buscando a maior generalização possível.
A pergunta: é possível dizer que ''big data'' irá substituir a criatividade nos próximos anos?
É possível que estejamos diante de uma grande revolução no meio. Com as empresas sabendo exatamente o que irá funcionar e o que não, sabendo ainda exatamente quem atacar, sucesso terá aquele que tiver acesso aos dados? O TED a seguir dá maiores informações...
Olá Humanos! Quase que como uma continuação do último post, trago hoje um rápido post a respeito de metas. Sempre gostei do pensamento ''viver um dia de cada vez'' - algo meio carpe diem - afinal não se sabe o amanhã, temos de viver o presente, não é verdade? Mas também acho que por vezes as pessoas interpretam esse pensamento de forma errônea. Não sei de onde tiraram o pensamento de que estabelecer metas é se prender, é ser bitolado, é não viver o presente e se preocupar apenas com o futuro. Não há nada de mau em estabelecer um objetivo e ao alcançá-lo estabelecer outro e de assim em diante ir evoluindo cada vez mais. Não há problemas nisso. O problema é quando você não aproveita a jornada. Quando o seu único ponto de prazer dentro dessa busca é o ponto de chegada. Metas lhe dão um rumo, umas direção, um norte a seguir. Devem ser subjetivas ou objetivas? Bom, isso é assunto para outro post.
Olá Humanos! Segundo dia de 2017. Quase que ainda no clima de festas. Aquela esperança renovada para esse novo ano (pois concordemos que 2016 foi um pé no saco). Mas sabe, não espero nada de 2017, não acredito que ele vá me dar algo, e isso não é falta de esperança. Se ele me der algo ''de graça'', grato estarei, porém pouco aposto nisso. Mas ah! A esperança. Tenho de monte. Tenho tanto que até me assusta a possibilidade de eu não ter força para fazê-la virar realidade. Essa esperança que não é do verbo esperar, mas sim do verbo esperançar.
''Esperança é resultado de um conjunto de convicções relacionadas ao futuro que, juntas, têm um enorme poder de influenciar a maneira como você vive o presente.
Quando sua esperança está em alta, até a maneira como você lida com os problemas cotidianos muda. Você os enxerga como provisórios, pois seus olhos e expectativas estão lá no futuro.
Por outro lado, quando a esperança está em baixa, até mesmo pequenos percalços passam a ser considerados insuportáveis. Os dias ficam cinzas, o humor azeda, as piadas perdem a graça e as dúvidas tomam quase todo o espaço.
Quer roubar a alegria de uma população? Roube sua esperança. Sem acreditar em seu futuro, sobram apenas o medo, insegurança e estresse. Aliás, esse é um clássico cenário onde o medo, definitivamente, venceu a esperança.
Como resgatar sua esperança no meio do caos? Exercite o futuro e planeje como você pode chegar lá, dividindo seu plano de ação em tarefas diárias.
Criar projetos alimenta sua esperança, sejam projetos pessoais, como ter um filho, casar-se, planejar e se preparar para participar de uma maratona etc. Projetos profissionais também podem ocupar seu tempo com o objetivo de conquistar um futuro melhor.
A esperança mora no futuro, mas seu poder traz toda cor para seu presente.
A esperança racional evita ilusões e desilusões. Use com moderação.
A esperança é um anti-depressivo natural. Não saia de casa sem ela.''