domingo, 11 de setembro de 2016

É, talvez ''olhar pelo lado bom'' não seja tão bullshit assim

Olá Humanos! Hoje trago algo um pouco mais ''conversa de bar'', algo mais leve do que os outros posts. Penso que devemos aprender com os erros e experiências alheias, então vamos ao texto de hoje!

Esse ano foi um ano turbulento para mim. Muitas perdas, muitos ganhos, muitas mudanças, muito aprendizado. Infelizmente, precisei de tudo isso para aprender certas coisas, evoluir em alguns aspectos. E é esse olhar que quero trazer hoje, para vocês leitores conseguirem ter uma visão parecida ou até melhor em relação às mudanças que costumam ocorrer em nossa vida. Não vou entrar em detalhes de que perdas e mudanças foram essas, visto que a ninguém interessa minha vida pessoal, mas vamos então tentar fazer todos lidarem melhor com certos acontecimentos.

Tomemos aqui um acontecimento ilustrativo: a perda de um emprego. Porém a mesma reflexão pode (e deve) ser feita para outros acontecimentos.

Evoluindo sempre...

De tudo pode-se tirar algum aprendizado, tudo. Sim, tudo. A nossa vida não é feita só de alegrias, principalmente quando estamos no início da mesma e ainda não sabemos comandá-la,  Você não sai pedalando de bicicleta sem antes alguns tombos. Seu chefe lhe demitiu? Exija os motivos. Sim exija, você não tem mais nada a perder mesmo não é? 

Como já dizia algum filósofo de alguns séculos passados, a qual não lembro-me o nome: parte de nossa felicidade depende de nós e parte dela depende de coisas fora de nossa controle. 
Ou seja, se o problema foi a sua conduta, agradeça pelo feedback e por toda a experiência e aprendizado que conseguiu no tempo passado ali. Chegue em casa e admita para si mesmo que errou, tenha autocompaixão e faça uma auto-análise. Utilize o tempo ganho para melhorar os pontos que lhe causaram a demissão no último emprego para que no próximo não aconteça a mesma coisa.

Se a demissão não foi culpa sua, ou seja, se a sua empresa faliu por causa de um erro de algum outro funcionário de alto escalão na empresa e isso gerou uma necessidade de corte de funcionários, bom, aí caiu na parcela de felicidade a qual foge de seu controle, ou seja, iria acontecer você fazendo algo ou não, então não há o que fazer, pois o lado ruim do acontecimento não foi culpa sua, resta-lhe olhar para o lado bom. Antigamente a frase a seguir soava para mim meio bullshit, hoje vejo seu real significado.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Como reconhecer um bom solo de guitarra?


  Muitas vezes estamos ouvindo uma música que gostamos muito e no meio dela começa a tocar aquele solo marcante de guitarra, e você como muitos outros, começa a imitar o guitarrista com os dedos ou até mesmo com a boca, e em alguns casos fazendo ambas as coisas ao mesmo tempo.                                              

  Como eu consigo descobrir se um solo de guitarra é bom ou não? Bem, é isso que vamos discutir no post de hoje.

   Antes de avaliarmos um solo de guitarra, precisamos primeiro entender o que o músico em questão quis passar com aquela obra. Por exemplo, uma música mais triste feita em uma tonalidade menor, não pode ter no meio dela um solo que soe feliz. O solo em questão pode até ser bom do ponto de vista técnico, mas ele vai ficar fora do contexto da música e vai acabar sendo sem sentido algum, pois ele vai quebrar todo o clima que a música construiu desde o começo.

  Então, já temos aí algo a considerar, um bom solo deve se encaixar bem no contexto da música e trazer para o seu ouvinte a sensação que ela está passando desde o começo, seja de felicidade, sofrimento, aflição e etc.

  Um exemplo bom que podemos dar é o solo da música Fade to Black do Metallica: 

  A música tem como seu tema principal a morte, e no solo final podemos sentir bem a aflição e o sentimento de dor que o compositor quis passar.

  Outra coisa muito importante em um bom solo de guitarra é a sua melodia, esse seria um dos pontos chave, pois um solo sem uma boa melodia não consegue chamar a atenção de ninguém.

  Hoje em dia é normal vermos muitos guitarristas apenas fritarem notas nos seus solos e não darem a mínima para a melodia. Mas eu não estou falando que o fato do solo ter alguma frase rápida é algo ruim. Mas, a grande parte não sabe usar essa ferramenta de forma positiva para a música e acaba exagerando demais e tornando o solo chato de se ouvir, e que no final das contas não passou sentimento algum.

  Eu vejo isso como uma forma do cara apenas demonstrar a sua técnica e nada mais, pois a música não se trata de mostrar quem tem mais velocidade no instrumento ou algo do tipo, mas sim de trazer sentimentos para o seu ouvinte.

  Para vocês entenderem melhor isso tudo eu vou dar alguns exemplos:

  Aqui nós temos o solo da música Breaking All Illusions da banda Dream Theater:


  Vocês podem notar que aqui nós temos uma melodia linda e marcante, e o uso da técnica ao favor da música ao mesmo tempo. Temos muitas frases rápidas, mas elas não tornam o solo ruim, pois elas são bem pensadas e colocadas no momento certo.