Sinopse: Através de cartas enviadas a dois terapeutas iniciantes - um jovem e uma jovem -, o psicanalista Contardo Calligaris divide com o leitor todo seu conhecimento e experiência em psicologia. Calligaris recorre ao eficiente método de perguntas e respostas para discutir e se aprofundar na profissão, e dá as informações necessárias a quem deseja conhecê-la melhor. Em tom bem-humorado e afetuoso, Contardo fala sobre o que é necessário para ser um bom psicoterapeuta, discute situações em que o paciente se apaixona pelo terapeuta, reflete sobre o começo da carreira, as diferenças entre psicoterapia e psicanálise, a problemática de se conseguir mais pacientes, entre outras questões.
Recomendo o livro a qualquer pessoa que queira entrar na Psicologia(mesmo não pensando em ir para Psicoterapia) ou até mesmo quem já cursa ou já é formado. Um livro curto,sem muita enrolação e afirmações desnecessárias, linguagem clara e bem explicada, sempre trazendo bons exemplos práticos e mostrando ''o que não se fala em livros teóricos'', ainda que não possa no meu ver ser considerada uma leitura profana.
Pode-se dizer que o autor quebra um pouco os dogmas Psicoterápicos, nos aproxima de questões internas de um consultório, sempre questões práticas e que normalmente não são levadas em contas na maioria dos livros. Calligaris trata de dúvidas de quem está começando nessa arte: amores terapêuticos, como conseguir mais pacientes, curar ou não curar, importância de Psiquiatria x Psicoterapia, dentre outros temas.
Acredito que possa ser indicado talvez não como leitura básica, mas como uma leitura auxiliar, podendo até criar um saudável debate dentro do curso.
Dúvidas, críticas e sugestões nos comentários ou então no email : matheus.domenech42@gmail.com
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sábado, 23 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Jim Morrison - O Rei Lagarto Parte 1 (Biografia)
Introdução
James Douglas Morrison (mais conhecido como Jim Morrison)
nasceu em 8 de dezembro de 1943 na Florida. Foi um cantor, compositor e poeta
norte-americano, mais conhecido como o vocalista da banda de rock The Doors.
Primeira Experiência de Morte
O seu pai George Stephen Morrison era um oficial da marinha,
e por esse motivo Jim cresceu em vários locais diferentes, como por exemplo a Florida,
Virginia e também Califórnia. Mas um dos momentos mais marcantes da vida de Jim
Morrison aconteceu em uma viagem para o Novo México, onde ele relatou anos
depois ser uma das suas primeiras experiências de morte.
Em uma entrevista para a mídia ele disse o seguinte sobre o
ocorrido:
'' A primeira vez
que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no
meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia
índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas uma criança
e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o
que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha
esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha
passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então
de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha
acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo… e eu penso que nessa altura
as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr
e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali
sentado a absorvê-las ''
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Resenha: A timidez não é um problema: Como transformar a introversão em algo positivo(livro)
P.S.: Recentemente realizei um trabalho para minha graduação em que o objetivo em si era fazer um resumo de um dos livros recomendados pela professora. Realizei algumas modificações e apesar de se direcionar para um público muito específico ainda acho que é válido compartilhá-lo com vocês.
Sinopse: Algumas crianças são naturalmente expansivas e extrovertidas, enquanto outras encontram mais dificuldades para interagir no ambiente social. A passagem da timidez para uma convivência confortável e confiante junto a outras pessoas pode ser lenta e difícil, mas há técnicas que facilitam esse processo. O livro auxilia pais a aplicarem as dicas que este livro apresenta e traçar, para o filho, um caminho que o faça se sentir mais à vontade.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Tragam a Revolução no Aprendizado! - Por Ken Robinson - TED TALK #04
''A reforma não é útil mais, porque é apenas aperfeiçoar um modelo quebrado. O que precisamos não é evolução, mas uma revolução na educação. Ela tem de ser transformada em outra coisa.''
sábado, 2 de abril de 2016
O Rock está morrendo? Não, mas ele está doente Parte 02: Desunião entre bandas
Demorei um tempo até fazer a parte 2 desse post mas aqui está(leia a parte 1).
Alguns dirão que esse assunto deveria ser abordado junto com a primeira parte, que falava da segregação do público em relação aos estilos, mas para o primeiro post não ficar tão grande resolvi separá-los.
Mas vamos lá!
O ponto que quero enfatizar aqui é o cenário local. As bandas se prejudicam tentando prejudicar as outras, e o pior, elas fazem isso achando que estão saindo por cima. A maioria se preocupa em cuidar do seu show, do seu público, do seu ''mercadinho'' e ser melhor que as outras bandas e, esquecem(ou nunca souberam) que música é cooperação, não competição. Não é raro uma banda que fez um ou dois shows se achar melhor que uma banda que agora que está procurando um lugar pra tocar.
Apenas ser bom, ter uma aparência boa não basta para sair do underground. Você precisa criar o seu público juntamente com outras bandas que estão começando. Mas e como fazer isso? Cidade pequena como a minha por exemplo, há apenas um ou dois bares que tocam rock (e alguns é só rock, não aceitam metal). A solução que existe é se juntar com outras bandas que estão na mesma e montar um próprio evento, no começo vai dar pouca gente, pouco lucro(se houver), mas com boa divulgação, bom som e se relacionando bem com as pessoas certas dá para fazer acontecer.
A não ser que sua banda tenha MUITO, e eu digo, MUITO dinheiro, não se chega ao topo sozinho, sem boas relações. O meu mais sincero recado às bandas: unam-se!
Alguns dirão que esse assunto deveria ser abordado junto com a primeira parte, que falava da segregação do público em relação aos estilos, mas para o primeiro post não ficar tão grande resolvi separá-los.
Mas vamos lá!
O ponto que quero enfatizar aqui é o cenário local. As bandas se prejudicam tentando prejudicar as outras, e o pior, elas fazem isso achando que estão saindo por cima. A maioria se preocupa em cuidar do seu show, do seu público, do seu ''mercadinho'' e ser melhor que as outras bandas e, esquecem(ou nunca souberam) que música é cooperação, não competição. Não é raro uma banda que fez um ou dois shows se achar melhor que uma banda que agora que está procurando um lugar pra tocar.
E é por essa desunião que bandas acabam pagando para tocar. Não estou dizendo pagando literalmente, mas indiretamente. Ganham 500 reais de cachê mas gastam 50 reais de transporte, 150 entre cordas de guitarristas e baixista, 150 em estúdio pra ensaio, sem falar no fardo de água pra banda que por vezes é descontado. Por fim, nesse caso sobra o que? Cem reais para dividir entre 5? Isso que estou falando em valores aproximados, sem custos extras que sempre existem. Entendam, se vocês não valorizarem a sua banda, ninguém vai. É hora de pensar se cobrar um pouco a menos que a outra banda da sua cidade apenas para ter lugar pra tocar vale mesmo a pena.
Apenas ser bom, ter uma aparência boa não basta para sair do underground. Você precisa criar o seu público juntamente com outras bandas que estão começando. Mas e como fazer isso? Cidade pequena como a minha por exemplo, há apenas um ou dois bares que tocam rock (e alguns é só rock, não aceitam metal). A solução que existe é se juntar com outras bandas que estão na mesma e montar um próprio evento, no começo vai dar pouca gente, pouco lucro(se houver), mas com boa divulgação, bom som e se relacionando bem com as pessoas certas dá para fazer acontecer.
A não ser que sua banda tenha MUITO, e eu digo, MUITO dinheiro, não se chega ao topo sozinho, sem boas relações. O meu mais sincero recado às bandas: unam-se!
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