quarta-feira, 1 de março de 2017

A diferença entre música boa e música ruim

  Olá pessoas, tudo bem com vocês? Algum tempo atrás eu fiz um post sobre como reconhecer um bom solo de guitarra, mas hoje nós vamos ir mais além sobre isso e faremos uma breve reflexão do que seria considerada uma música boa e uma música ruim. Claro que isso é algo muito relativo, e até gera muitas discussões na internet diariamente, e por isso eu vou estar passando aqui o meu ponto de vista sobre o assunto.

  Bom, o que uma música boa tem que ter? Quando eu penso nisso logo me vem na cabeça uma boa melodia. Uma melodia que seja marcante, que tenha uma boa escolha de notas e que transmita a emoção que o compositor quer passar para o ouvinte. É aquela melodia que você consegue assobiar ou até mesmo cantarolar. Aqui vai alguns exemplos:


  A música tema do filme ''O Exorcista'' tem uma melodia tensa que combina perfeitamente com toda a atmosfera de terror do longa. E além disso ela é também marcante e assim acaba sendo facilmente reconhecida.  

  
  Aqui temos outro exemplo com a música tema do filme ''O Poderoso Chefão''. Ela nos remete para uma época mais antiga, e tem uma melodia mais dramática do que a mostrada anteriormente.
  

  Já li em algum lugar que quando uma melodia é boa mesmo, ela continua sendo boa mesmo quando tocada em outros estilos. Bom, o vídeo acima nos mostra que isso faz sentido. Se colocarmos aos 3 minutos podemos ver a mesma música sendo tocada em diversos estilos totalmente distintos. E ela sempre continua soando bem. 

  Mas do que adianta uma música ter uma boa melodia se ela não tiver também uma boa harmonia, certo? Bom, e o que seria uma boa harmonia? Seria um arranjo dos instrumentos sobre determinada melodia. E esse arranjo não pode ser simples ou monótono, ele precisa ser dinâmico e criativo, caso contrário a melodia vai soar saturada e enjoativa depois de determinado tempo. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

''Eu gosto da enrolação...''

Eu fui direto. Sabe? A amiga havia me dito que era para eu parar de balela e fazer direito. Bom, a amiga dela conhece ela melhor do que eu, certo? Vamos parar de enrolação. Enrolação. Não gosto de enrolação. Mas a amiga disse que era preciso criar intimidade. Agora era para parar de enrolação. Fui direto ao ponto. Dei o passo adiante na relação. Ela ficou surpresa. Porém com uma calma na voz disse: Mas eu gosto da enrolação....

Que?

Como pode alguém gostar de perder tempo em pleno século XXI? Em tempos onde a ansiedade é o mal do século. Em um mundo em que vivemos apenas uma vez. Um lugar onde é necessário fazer cada dia valer a pena e aproveitar tudo ao máximo, um mundo onde as pessoas repetem ''Carpe Diem'' para todo lado. 

Como assim você gosta da enrolação? Eu não entendo...


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Quais dores você está disposto a ter em sua vida?

Olá Humanos! 

Esse parece mais um daqueles textos em que a gente coloca frase do Rock Balboa e dá algumas lições sobre a vida. Está certo a parte das lições, e ainda que a frase do Balboa tenha certa ligação com o que tento passar aqui, não é por esse caminho que iremos hoje. 




Não é o que você quer, é o preço que está disposto a pagar. Talvez esse seja um dos principais motivos pelo qual a maioria dos sonhos e objetivos não são alcançados. A pergunta que normalmente ouvimos é ''quais seus sonhos?'', e em geral, ainda que por caminhos diferentes, normalmente chegamos a alguns pontos em comum, como estabilidade financeira, saúde física e mental, um bom relacionamento, ser feliz, ser popular, bem respeitado e admirado, etc etc. 

Todo mundo quer isso, é fácil querer isso. 

Referência: Lúcifer

Porém uma pergunta melhor seria:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

''Big data'' e o segredo da Netflix

Olá Humanos!

Ok. Talvez este não seja o maior segredo da Netflix. Presumo realmente que não seja. Mas fazendo uma rápida análise, não é difícil entender o motivo do sucesso da Netflix, certo? 

Preço baixo, boa qualidade no produto, bom suporte, boa quantidade de filmes e séries.... (é talvez não tenha os lançamentos mas lembrem-se que para colocá-los teríamos que encarecer o produto, logo dá elas por elas) etc.



Mas antes de falar sobre esse ''segredo'', quero falar sobre:


Algorítimos


O que vou falar agora também não é coisa nova. Facebook já usa isso há tempos. Nesse caso da Netflix acredito que é até algo benéfico, pois não nos coloca numa bolha, por exemplo. Além do mais, não é nada agradável terminar uma temporada de Vikings ou SoA e na sugestão aparecer filme da Barbie (risos). Este vídeo explica mais a fundo caso não saiba do que estou falando: 



Ok. Agora sem enrolação vamos ao ponto principal do post.

Conteúdo Específico


Pensem o que um filme precisa para fazer sucesso na TV aberta. 

Audiência.

Ou seja, precisa agradar o maior número possível de pessoas.

Ou seja, precisar ser o mais generalista possível. 

Precisa agradar desde a senhora de 72 anos que adora ver Vovózona, até o garoto de 8 anos que se identificou com ABC do Amor

Mas isso não acontece nas exclusivas da Netflix. Why? 

Porque o foco não é ser  sempre generalista e agradar a todos, mas as vezes ser especialista, conteúdo bem específico.

Séries e filmes que agradam a gostos específicos. Nunca uma série que agrade todo mundo, mas um site para todos os gostos, com filmes e séries para satisfazer gostos muito específicos, como mostra o TED no final deste artigo. 

Mas sim, talvez, e isso é um talvez, Netflix esteja usando algorítimos para realizar as decisões criativas da empresa, podendo assim atingir um número maior de pessoas apenas por adicionar alguns poucos elementos, buscando a maior generalização possível.




A pergunta: é possível dizer que ''big data'' irá substituir a criatividade nos próximos anos?

É possível que estejamos diante de uma grande revolução no meio. Com as empresas sabendo exatamente o que irá funcionar e  o que não, sabendo ainda exatamente quem atacar, sucesso terá aquele que tiver acesso aos dados? O TED a seguir dá maiores informações...


domingo, 15 de janeiro de 2017

Sobre as metas para 2017

Olá Humanos! 

Quase que como uma continuação do último post, trago hoje um rápido post a respeito de metas. 

Sempre gostei do pensamento ''viver um dia de cada vez'' - algo meio carpe diem - afinal não se sabe o amanhã, temos de viver o presente, não é verdade? Mas também acho que por vezes as pessoas interpretam esse pensamento de forma errônea. 

Não sei de onde tiraram o pensamento de que estabelecer metas é se prender, é ser bitolado, é não viver o presente e se preocupar apenas com o futuro. Não há nada de mau em estabelecer um objetivo e ao alcançá-lo estabelecer outro e de assim em diante ir evoluindo cada vez mais. Não há problemas nisso. O problema é quando você não aproveita a jornada. Quando o seu único ponto de prazer dentro dessa busca é o ponto de chegada. 

Metas lhe dão um rumo, umas direção, um norte a seguir. Devem ser subjetivas ou objetivas? Bom, isso é assunto para outro post. 


Texto a seguir por: Flávio Augusto
Publicado em : Blog Geração de Valor

''Sem cumprir metas é impossível ter sucesso em qualquer área de atuação.

Cumprir uma meta não é uma atitude natural e orgânica. É sempre resultado de superação, determinação e foco.
Quando madura, a manga naturalmente cai da mangueira. Quando madura, a mandioca, que é uma raiz, ainda precisa ser arrancada.
Meta não é manga. Meta é mandioca.
Pessoas sem meta são como latinhas de Coca-Cola no oceano. Não têm direção. São jogadas de um lado para o outro pelas ondas e pelo vento.
Pessoas sem metas vagam pela vida sem desafiar seu potencial e sem descobrir do que são capazes.
Uma vida sem meta é sem graça, sem tempero e sem paixão.
Uma meta sem coragem é autossabotagem.
Uma meta procrastinada não dará em nada.
Uma meta sem ação é uma ilusão.
Sem cumprir metas é impossível ter sucesso em qualquer área de atuação.''







segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A Esperança para 2017

Olá Humanos!


Segundo dia de 2017. Quase que ainda no clima de festas. Aquela esperança renovada para esse novo ano (pois concordemos que 2016 foi um pé no saco). Mas sabe, não espero nada de 2017, não acredito que ele vá me dar algo, e isso não é falta de esperança. Se ele me der algo ''de graça'', grato estarei, porém pouco aposto nisso.


Mas ah! A esperança. Tenho de monte. Tenho tanto que até me assusta a possibilidade de eu não ter força para fazê-la virar realidade. Essa esperança que não é do verbo esperar, mas sim do verbo esperançar. 



Segue então o texto de Flávio Augusto do blog Geração de Valor sobre a esperança:

''Esperança é resultado de um conjunto de convicções relacionadas ao futuro que, juntas, têm um enorme poder de influenciar a maneira como você vive o presente.
Quando sua esperança está em alta, até a maneira como você lida com os problemas cotidianos muda. Você os enxerga como provisórios, pois seus olhos e expectativas estão lá no futuro.
Por outro lado, quando a esperança está em baixa, até mesmo pequenos percalços passam a ser considerados insuportáveis. Os dias ficam cinzas, o humor azeda, as piadas perdem a graça e as dúvidas tomam quase todo o espaço.
Quer roubar a alegria de uma população? Roube sua esperança. Sem acreditar em seu futuro, sobram apenas o medo, insegurança e estresse. Aliás, esse é um clássico cenário onde o medo, definitivamente, venceu a esperança.
Como resgatar sua esperança no meio do caos? Exercite o futuro e planeje como você pode chegar lá, dividindo seu plano de ação em tarefas diárias.
Criar projetos alimenta sua esperança, sejam projetos pessoais, como ter um filho, casar-se, planejar e se preparar para participar de uma maratona etc. Projetos profissionais também podem ocupar seu tempo com o objetivo de conquistar um futuro melhor.
A esperança mora no futuro, mas seu poder traz toda cor para seu presente.
A esperança racional evita ilusões e desilusões. Use com moderação.
A esperança é um anti-depressivo natural. Não saia de casa sem ela.''