Era uma vez...
eu juro que tinha um coração...
Muito antes do mundo que eu conheço ter rasgado ele em pedaços.
Quantas mãos eu poderia apertar?
Quantos sorrisos eu devo fingir?
Quantas milhas até que eu quebre?
Para começar tudo de novo...
Era uma vez em que havia uma parte de mim que eu compartilhava,
sim, anos antes de ela tirar a parte de mim que se importava...
Cedeu ao meu redor, o que eu pensei que era terra firme.
Não sei quando perdi tudo,
quando perdi o controle.
Conseguirei algum dia esquecer?
Deixar isso pra lá?
[...]
Ela era uma princesa.
Poderia ter sido rainha.
Eu lhe daria tudo...
É uma coisa tão feia,
o jeito como você me tratou.
Eu deveria ter ido embora,
e nunca olhado para trás...
Tudo bem se você me odiar, por todas as coisas que eu fiz.
Eu cometi alguns erros, mas não sou o único.
Você diz que eu nunca vou mudar, mas que merda você sabe?
Por favor me perdoe, eu não posso perdoá-la agora...
Tudo se esfriou,
ninguém quer mudar,
ninguém quer a culpa.
Está tudo tão errado
Mas quem sou eu, quem sou eu para dizer?
[...]
Hoje...
Estou aprendendo a resistir,
Engolindo a dor,
Me tornando mais do que você nunca foi.
Uma cicatriz queimada na minha pele.
O peso debaixo do meu pecado...
Me escondendo atrás desses disfarces,
as sombras me rodeiam.
Mas de alguma forma terei que virar a página.
Ansioso para esquecer o ontem,
por agora aceito o que tenho me tornado.
Deixando para trás este mundo...
E todas as coisas que sou
Jogando-o para longe,
porque sei que eu posso.
Empurrando para longe,
você e todas as coisas que você é.
Não preciso de memória...
Já vesti as cicatrizes...



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